FAQ

Esclareça suas dúvidas

O fator de enturmação na escola continua sendo a faixa etária. Como educadores respeitamos a individualidade das crianças mas, acreditamos que o melhor a ser feito por elas é oferecer os estímulos adequados para cada idade. Desta forma, não orientamos que os pais adiantem seus filhos.

A nova legislação (Lei Federal nº 11.114/05) estabelece a obrigatoriedade da matrícula de todos os educandos, a partir dos seis anos de idade, no Ensino Fundamental, ampliando a duração de oito anos para nove anos para todas as redes de ensino.
Do ponto de vista pedagógico, a mudança beneficia principalmente os alunos da rede pública que, em sua maioria, só tinham acesso à educação formal, a partir dos sete anos. Com o tempo da criança na escola, são maiores as oportunidades de aprendizagem no período de escolarização obrigatória.
O que altera na verdade é a nomenclatura. O antigo 3º Período Infantil passará a ser 1ª série (série inicial) do Ensino Fundamental.
A 1ª série do Ensino Fundamental para crianças de seis anos corresponde INTEGRALMENTE EM CURRÍCULO, CARGA HORÁRIA E ESPAÇO FÍSICO ao 3º Período.

Mesmo antes de saber ler e escrever convencionalmente, a criança tem suas próprias idéias de como ler e escrever. Ao compreendermos que a criança chega à escola trazendo muitos “saberes” sobre leitura e escrita, construídos a partir das suas vivências, estamos possibilitando que ela faça leituras e escritas segundo suas possibilidades e de acordo com os conhecimentos que foram construídos até aquele momento.
As pesquisas realizadas por Emília Ferreiro, mostram-nos que a criança aprende a ler e a escrever por que é desafiada a confrontar suas hipóteses sobre leitura e escrita com outras possibilidades (convencionais) que serão oferecidas pelo professor.
Segundo Emília Ferreiro, a criança avança dentro das seguintes fases:

-Icônica: a criança acha que escrever é desenhar o objeto, as pessoas, as coisas, etc;

-Pré-silábica: dá-se quando surge a necessidade de diferenciar escrita de desenho e do próprio objeto;

-Silábica: a criança descobre que a escrita não está relacionada ao próprio objeto, nem ao nome desse objeto, mas à fala. Para cada emissão de voz, coloca uma marca no papel. A criança percebe a fonética;

-Silábico-alfabética: avançando neste processo a criança passa por um momento de transição: ora escreve silabicamente, ora escreve alfabeticamente;

-Alfabética: a criança descobre a relação entre fonema e grafema. Ela escreve e lê, quando compreende as leis de composição interna do sistema de escrita e sua língua materna.

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